Nobox Group
Proposta · Joias VipQuatro meses, quatro testes
v1 · 12/08/2026 · valores a definir
Proposta · Nobox Group

O que vende há 20 anos na TV de vocês ainda não existe no digital.

Não é falta de verba nem de plataforma. O que vende na Joias Vip é o leilão ao vivo — a peça na mão, o lance, a pressa. O digital hoje anuncia institucional. A proposta é traduzir o que já funciona — e provar em quatro meses, um teste por mês, cada um com critério de sucesso escrito antes de começar.

20+ anos · leilão ao vivo estúdio próprio · satélite 500 mil de base · 20 mil recorrentes 4 meses · 4 testes

A audiência da TV aberta está envelhecendo, e o tempo de resposta não é o de um plano semestral.

Leitura da Nobox a partir da reunião de 06/08. É exatamente por isso que esta proposta não pede seis meses.
Falar com o Rodrigo
01

Começando pelo que já funciona

A Joias Vip vende joia melhor do que a esmagadora maioria do mercado brasileiro — só que num canal que está encolhendo. Antes de falar de digital, vale escrever o que já existe, porque é isso que a estratégia usa como matéria-prima. Nada aqui pede pra mudar o que funciona.

01a máquina

Leilão ao vivo, todo dia

Estúdio de TV próprio, transmissão por satélite e a venda feita por vocês mesmos, ao vivo. Lance, urgência, negociação. "Nós desfilamos as joias."

02o produto

Verticalizado de ponta a ponta

Ouro importado da China, manufatura na Tailândia, importação própria. Mais a Constantin, relógio automático de ~R$ 2 mil que é marca de vocês. Margem alta e controle da cadeia.

03a base

Uma base de 500 mil pessoas

Dentro dela, 120 mil fiéis e 20 mil que compram uma a duas vezes por ano. Esses dois grupos não são lista de lead: é comprador com histórico — e é por eles que a gente começa.

A parte difícil já está feita. Produto, margem, operação de venda ao vivo e base de comprador — vocês já têm. O que falta é tradução, não reinvenção.
O aperto é de canal, não de negócio: a audiência da TV está envelhecendo e quem compra hoje é mulher 50+. O digital é onde está a cliente dos próximos dez anos.
02

A gente entrou na conta de vocês antes de escrever esta proposta

Já temos acesso ao Google Ads e ao Meta Ads da Joias Vip e lemos três anos de histórico. Os números abaixo não são estimativa de agência — são de vocês. É a partir deles que a proposta foi montada.

R$ 5,7 miinvestidos no Google · 3 anos

A máquina é grande

Não é uma conta de teste. É uma operação de mídia de verdade, com histórico longo o bastante pra confiar no que ela diz.

5,53ROAS geral do Google

E ela é lucrativa

O Google de vocês já dá retorno. O problema não é o canal — é quanto dele está ligado e para onde a verba aponta.

13 de 460campanhas ativas hoje

Quase tudo desligado

De 460 campanhas criadas em três anos, 13 seguem no ar. A alavanca mais rápida da operação é religar o que já provou que vende.

Onde foram os R$ 5,7 milhões

Verba histórica do Google Ads por status da campanha · jun/2023 – jul/2026

Pausada · R$ 2,9 mi Removida · R$ 2,1 mi Ativa hoje · R$ 704 mil

De tudo que já rodou, só 12% continua no ar. O motor que fez ROAS 5,5 está, em boa parte, parado — e religá-lo custa tempo de gestão, não verba nova.

ROAS por tipo de campanha

Retorno sobre a verba, por formato · Google Ads, 3 anos

ROAS 1 · abaixo daqui a campanha custa mais do que traz

Busca de marca é o campeão — é colher quem viu a TV e foi procurar no Google. Vídeo e Display queimam verba. Realocar entre esses formatos é decisão de gestão, não de orçamento.

a prova não é nossa · está dentro do Meta de vocês

90% da verba foi pro objetivo errado. Os 10% certos fizeram ROAS 29.

No Meta Ads, quase toda a verba foi otimizada para clique, visualização, mensagem e visita ao perfil — métricas que não são venda. A fatia pequena que foi otimizada para COMPRA voltou num patamar completamente diferente. Mesmo produto, mesma marca, mesmo período — mira diferente.

90% da verba · objetivo errado 1,1 ROAS · clique, view, mensagem, perfil
contra
10% da verba · otimizado pra compra 29 ROAS · uma campanha isolada fez 36
🎯

A gente não precisa provar pra vocês que joia vende no digital. Vocês já provaram — com 10% da verba e sem querer. O trabalho é repetir isso de propósito, com criativo à altura e a base de compradores por trás.

Honestidade sobre o dado: os valores de conversão são atribuídos pelas plataformas (com janela de visualização) e as metas do Google misturam compra com contato e orçamento. Isso merece auditoria — e é a primeira coisa que a gente arruma, porque sem separar venda de lead ninguém sabe o ROAS real. O padrão estrutural, esse, é inquestionável.

Hoje são ~R$ 50 mil por mês no Google

A proposta não é gastar mais. É gastar onde a própria conta já mostrou retorno, e parar de gastar onde ela já mostrou prejuízo. Verba nova só entra depois que um teste passar.

161 mil seguidores no Instagram, 0,036% de engajamento

O feed é catálogo de fotos estáticas. O único Reel que saiu da curva — 5x a mediana — foi o da tanzanita: uma história sobre a pedra, sobre a mina que vai acabar. Quando vocês contam uma história, funciona. Está lá o formato, medido, na conta de vocês.

R$ 5 mil para divulgar uma live

Divulgar um evento sem público construído é comprar audiência do zero toda vez. Com a base da TV ativada e criativo certo, o mesmo evento custa uma fração disso — e é medível.

03

A tese: o leilão é o produto — e ele não aparece no digital

O que faz a TV vender é a energia do ao vivo: a peça girando na mão, o preço caindo, a parcela na tela, o "tô com o último". O anúncio digital de vocês hoje diz que a Joias Vip "há mais de 20 anos em joias no Brasil, entrega o que promete". Isso é institucional — e institucional não faz ninguém arrematar.

Tráfego não conserta conteúdo

Verba boa em criativo institucional dá exatamente o que deu: ROAS 1,1. O tráfego só potencializa o que já vende — enquanto o criativo não mostrar leilão, peça e preço, mais verba só acelera o resultado ruim. É por isso que este projeto começa por conteúdo e base, não por orçamento de mídia.

O site não deixa comprar o leilão

Nós dois tentamos dar um lance no site durante a reunião e não conseguimos entender quanto custava a peça: "encerra na sexta-feira, valor de mercado dezoito mil, lance atual doze de cento e trinta" — em parcela, sem saber o total. Se quem faz tráfego pra viver não entende em dois minutos, a cliente de 55 anos no celular também não entende.

Recomendação: tirar o leilão do fluxo de compra do site. O site vira venda direta, com preço na cara. O leilão vira evento — com data, hora e nome — transmitido onde dá pra replicar a energia da TV. Isso explica a conversão fraca melhor do que qualquer hipótese de mídia.

Vinte anos é credencial, não idade

Joalheria boa, no imaginário brasileiro, é a que tem nome antigo — a tradicional. Não é preciso mudar nome, logo, nem nada: é a mesma marca contada como herança, e não como antiguidade. É o que permite alcançar a mulher mais jovem sem perder a de 50+ que compra hoje.

Resumindo: vocês estão comprando mídia para um conteúdo que não vende, e mandando o clique para uma página que não deixa comprar. As duas coisas têm conserto rápido — e dá pra medir mês a mês.
04

Quatro meses. Quatro testes. Um resultado observável por mês.

Toda agência pede seis meses "pra começar a dar resultado" — e cobra os seis. A gente não vai pedir. O projeto é fatiado em quatro testes pequenos: cada um roda em um mês, tem critério de sucesso definido antes de começar e é julgado no fim do mês. Teste que não passa morre ali, e a verba dele vai pro que passou. Nenhum mês é "preparação".

Mês 1

A base da TV vira público digital

A pergunta: quem já comprou na TV compra pela internet, quando é a marca que ele conhece falando com ele?

Subimos os 20 mil recorrentes e os 120 mil fiéis como público próprio no Meta (Custom Audience) e no Google (Customer Match), e geramos públicos semelhantes a partir de comprador real — não de curtidor. Em paralelo, a verba do Meta é reorganizada para o objetivo compra (o pedaço que já fez ROAS 29), religamos no Google as campanhas que davam retorno alto e cortamos Vídeo e Display.

Por que este é o primeiro: é o único público do mundo que não precisa acreditar que a marca existe. Mata o "ah, isso aí é golpe" antes de ele nascer — a gente só fala com quem já comprou de vocês.

Critério de sucessoBase reconhecida pelas plataformas acima de 50% de match; custo por venda da audiência quente abaixo do custo que a conta pratica hoje; e venda rastreada de ponta a ponta — não estimada.
O que não prometemosVirar a receita da empresa em 30 dias. O mês 1 entrega aprendizado com número, medição arrumada e o primeiro sinal de custo.
Rodando em paralelo (não é teste, é insumo): começa a produção de conteúdo — criativo leva ~30 dias pra ficar pronto e é o combustível do mês 2. E abrimos o cadastro no TikTok Shop já no mês 1, porque a fila é de ~2 meses.
Mês 2

Criativo de produto em volume

A pergunta: qual formato de conteúdo faz alguém comprar joia pela internet?

Entram no ar 50 a 100 criativos de produto feitos com criadoras, com direito de uso por 1 ano — ou seja, rodam em tráfego o ano todo sem pagar de novo. Não são creators consagrados: são criadoras em ascensão, com negociação e custo muito melhores e capacidade de entregar volume. Os formatos saem do que já funciona: a história da pedra (foi o que performou no Instagram de vocês), a peça no corpo, a demonstração, a parcela como âncora.

Esse é o buraco real da operação: o que faltava no Facebook Ads e no Google Ads era criativo de produto bom. Sem isso, nenhuma otimização de mídia salva.

Critério de sucessoPelo menos 3 criativos vencedores com custo por venda abaixo do criativo institucional atual; biblioteca de 50+ peças entregue e catalogada, com direito de uso de 1 ano assinado.
O que não prometemosQue os 100 funcionem. O objetivo do volume é achar os 3 que funcionam — em criativo, taxa de acerto boa é baixa, e é por isso que se produz muito.
Mês 3

O leilão fora da TV

A pergunta: o leilão funciona sem a televisão?

Um leilão online com nome próprio: evento batizado, com data e hora, diferente do da TV — por exemplo uma edição de madrugada — apresentado por criadoras e transmitido onde a audiência já pode ser construída. A base ativada no mês 1 e os criativos validados no mês 2 puxam gente pra dentro; não é começar do zero como foi na live de R$ 5 mil.

É aqui também que a recomendação do site se materializa: o site vende direto, com preço; o leilão vira evento. Duas coisas separadas, cada uma boa no que faz.

Critério de sucessoAudiência simultânea no evento, número de lances e receita do evento maior que o custo do evento — comparado diretamente com o que já foi gasto pra divulgar uma live.
O que não prometemosSubstituir a TV. A TV segue vendendo e nada aqui mexe nela — o evento online é um segundo palco, com plateia que a TV não alcança mais.
Mês 4

Canal novo + escala do que passou

A pergunta: existe receita fora do que a gente já sabe — e o que merece verba de verdade a partir daqui?

TikTok Shop no ar (o cadastro foi aberto no mês 1). A entrada é pelos itens de ticket baixo — pulseira, pingente, que é o que mais vende no canal — e pelos relógios Constantin. Praticamente ninguém está vendendo joia lá: é oceano azul enquanto durar. O TikTok cede espaço na sede pra evento de abertura com criadores, e a gente usa isso.

E o mês 4 é o de concentração: toda a verba se junta no que passou nos testes 1, 2 e 3, e o que reprovou é abandonado sem cerimônia.

Critério de sucessoLoja aprovada e vendendo, primeiro faturamento do canal medido, e um plano de 12 meses escrito em cima de 4 meses de dado real — não de suposição.
O que não prometemosLeilão no TikTok Shop: não existe. Lá é compra direta, e quem prometer leilão não conhece a plataforma. Peça de R$ 10 a 30 mil também não vai como amostra pra criador.
No fim de cada mês, uma reunião de uma hora com um veredito escrito: segue, mata ou dobra. Nenhum teste sobrevive por educação.
05

O que entra em cada frente

Preto no branco, antes de falar de valor: o que a Nobox faz, o que não faz, e onde entra dinheiro que não é fee.

Frente A

Tráfego pago · Meta + Google

  • Reestruturação do Meta para o objetivo compra e reativação das campanhas lucrativas do Google.
  • Corte do que já provou prejuízo (Vídeo, Display) e realocação da verba.
  • Base de compradores virando Custom Audience, Customer Match e públicos semelhantes.
  • Medição: CAPI/server-side, separação venda × lead e importação de conversão offline (telefone e WhatsApp).
  • Painel de resultado no ar o tempo todo — não PDF no fim do mês.
Não inclui

A verba de mídia, que fica na conta de vocês, direto nas plataformas. Hoje já são ~R$ 50 mil/mês no Google.

Fee Nobox · R$ [a definir]Verba de mídia à parte · não é fee
Frente B

Conteúdo e criadores em volume

  • Curadoria, negociação e contratação de criadoras em ascensão (não consagradas).
  • Direção e roteiro tirados do método que já vende na TV: história, demonstração, urgência, parcela.
  • 50 a 100 criativos de produto, com direito de uso por 1 ano para rodar em tráfego.
  • Edição e adaptação por canal: Meta, Google, YouTube e TikTok.
  • Coordenação de conteúdo com o André Pannos, parceiro da Nobox em criadores e social commerce.
Não inclui

Cachê de celebridade e produção de campanha institucional de TV. O repasse de produção e criadoras é custo de produção — não é fee da Nobox.

Fee Nobox · R$ [a definir]Produção/criadoras · ~R$ 30 mil no mês 1 · repasse
Frente C

Leilão-evento online

  • Formato, nome próprio, grade e roteiro do evento (ex.: uma edição de madrugada).
  • Apresentação por criadoras, direção do ao vivo e transmissão.
  • Captação de audiência com a base do mês 1 + tráfego dedicado ao evento.
  • Leitura pós-evento: audiência, lances, receita versus custo.
Não inclui

Reconstruir a mecânica de lance dentro do site. A recomendação é tirar o leilão do site; a execução técnica disso é do time de vocês (ou entra pela Frente E).

Fee Nobox · R$ [a definir]Mídia do evento à parte
Frente D

TikTok Shop

  • Cadastro e habilitação da loja, aberto já no mês 1 por causa da fila.
  • Catálogo de entrada: ticket baixo (pulseira, pingente) e relógios Constantin.
  • Ativação de criadores afiliados e operação de amostras.
  • Evento de abertura — o TikTok cede espaço na sede para isso.
Não inclui

Leilão — não existe na plataforma, lá é compra direta. E o envio de peça de alto valor como amostra para criador.

Fee Nobox · R$ [a definir]Comissão da plataforma e dos afiliados à parte
Frente E · opcional

Site e e-commerce

  • Tirar o leilão do fluxo de compra; página de produto com preço claro, não só parcela.
  • Avaliações na página de produto, PIX visível, velocidade no celular.
  • Rastreamento arrumado de ponta a ponta, pra medição bater com o tráfego.
Não inclui

O aplicativo nativo — ele é de vocês e continua sendo. A estratégia conversa com ele, mas a Nobox não o constrói.

Fee Nobox · R$ [a definir]
Incluso

Governança e IA · R$ 0

  • Painel de resultado aberto, atualizado, com venda separada de lead.
  • Reunião semanal de 30 minutos e ponto único de contato.
  • Veredito escrito no fim de cada mês: segue, mata ou dobra.
  • Agente de IA dedicado à conta — a Nobox roda uma plataforma de agentes, e cada cliente tem o seu, com humano no comando.
Incluso · R$ 0
06

O que é nosso, o que não é, e o que precisamos de vocês

Proposta que promete tudo cheira a agência. Estas são as fronteiras — escritas agora, para não virarem discussão no mês 3.

O que a Nobox assume

é nosso
  • Tráfego pago no Meta e no Google, com a conta reestruturada e medida.
  • Medição e atribuição — separar venda de lead e enxergar a conversão offline.
  • Conteúdo e criadoras em volume, com direito de uso garantido.
  • Formato e produção do leilão-evento online.
  • TikTok Shop: cadastro, catálogo de entrada e afiliados.
  • A decisão mensal — inclusive a de matar uma frente nossa que não performou.

O que não é nosso

e a gente não vai fingir que é
  • O aplicativo nativo é de vocês e está sendo construído por vocês. A Nobox não constrói o app — a estratégia conversa com ele, porque a base que a gente ativa é a mesma que ele vai notificar.
  • O TikTok Shop tem fila de ~2 meses para cadastro. O André tem contato interno para acelerar — isso é ajuda, não garantia, e por isso o cadastro abre no mês 1.
  • Não existe leilão no TikTok Shop. Lá é compra direta. Quem prometer leilão nessa plataforma não a conhece.
  • A TV continua sendo de vocês. Nada nesta proposta mexe no que hoje fatura.
  • Os valores de conversão das plataformas precisam de auditoria antes de virarem promessa. A gente vai arrumar isso — e mostrar o antes e o depois.
1

A base de compradores exportada

Telefone e e-mail dos 20 mil recorrentes e dos 120 mil fiéis, em arquivo, com a base de consentimento em ordem. Sem isso, o teste do mês 1 simplesmente não existe.

2

Acessos mantidos

Google Ads e Meta Ads a gente já tem. Falta acesso ao e-commerce, ao gerenciador de tags e ao pixel/CAPI para arrumar a medição na primeira semana.

3

Peças físicas para amostra

Itens de ticket baixo e relógios para as criadoras e para o TikTok Shop, com controle de saída e devolução combinado. Peça de alto valor não sai — e a estratégia já foi desenhada sabendo disso.

4

Janelas no estúdio de vocês

O estúdio de TV é o melhor set de joia que a gente vai encontrar — e ele já é de vocês. Algumas janelas de gravação por mês transformam o custo de produção de conteúdo em uma fração do que seria fora.

5

Uma pessoa com poder de decidir, em até 48h

Projeto de quatro meses não sobrevive a aprovação de duas semanas. Um interlocutor que decide, com resposta em até 48 horas úteis. É o item que mais atrasa projeto — e sempre vira culpa da agência depois.

07

Como isso opera na prática

1

Semana 1. Acessos, base de compradores carregada, medição arrumada (venda separada de lead) e o critério do teste 1 escrito e combinado — antes de gastar o primeiro real.

2

Toda semana. Uma reunião de 30 minutos, direta. O painel fica aberto o tempo todo — vocês não esperam relatório pra saber como está.

3

Fim de cada mês. Veredito escrito — segue, mata ou dobra — e a verba do mês seguinte realocada na hora, com base no que o teste mostrou. Não há "vamos dar mais um tempo".

4

Fim do mês 4. Um plano de 12 meses construído sobre quatro meses de dado real da Joias Vip — e a decisão de continuar (ou não) tomada com número na mão, por vocês.

08

Dois caminhos comerciais. Escolham o que deixa mais confortável.

A Nobox topa os dois. Eles diferem em quem carrega o risco — e a gente tem preferência declarada.

Caminho A · Projeto fechado

risco de vocês

Fee cheio, quatro meses, escopo fechado. Vocês pagam o trabalho e 100% do resultado é de vocês — a Nobox ganha o mesmo se vender muito ou pouco.

  • Fee mensal: R$ [a definir]
  • Previsível, fácil de aprovar internamente
  • Sem participação da Nobox no que for gerado

Caminho B · Fee menor + resultado

a que a gente prefere

A Nobox cobra menos na entrada e ganha um percentual do que for vendido. Se o projeto não vender, a gente ganha pouco — e isso é proposital.

  • Fee mensal reduzido: R$ [a definir]
  • Participação sobre a venda atribuída: [X]%
  • Modelo que o André já opera na Volumaker, empresa dele, com percentual sobre as vendas
Por que a gente prefere o B: não estamos interessados em ficar ganhando mensalidade. Preferimos entrar no resultado — porque aí a discussão do mês 2 deixa de ser "o que vocês entregaram" e passa a ser "quanto a gente vendeu". É o mesmo incentivo dos dois lados da mesa.
Um alerta que a gente faz de bom grado: a internet não é a versão barata da TV. Criadora boa, produção boa e verba de mídia custam dinheiro — e quem entra achando que é barato corta na hora errada e conclui que "não funciona". O que a internet tem, e a TV não, é medição: aqui dá pra saber qual real voltou, de qual criativo, de qual público.
As três linhas de dinheiro
  • 1. Fee Nobox — o trabalho: gestão, estratégia, medição, direção de conteúdo, operação. R$ [a definir]
  • 2. Produção e criadoras — repasse, ~R$ 30 mil no mês 1. É o custo do conteúdo, vai para quem produz. Não é fee.
  • 3. Verba de mídia — fica na conta de vocês, direto nas plataformas. Hoje já são ~R$ 50 mil/mês no Google. Não é fee.
A ordem de grandeza combinada na reunião

O mês 1 gira em torno de R$ 40 mil entre projeto e produção, dos quais ~R$ 30 mil vão para conteúdo e criadoras. A verba de mídia é à parte — e já existe hoje. A proposta não é somar R$ 50 mil de mídia por cima: é redirecionar a que já está sendo gasta.

Sobre a expectativa de retorno: o investimento em mídia escala na medida em que o retorno se prova — e é assim que a gente quer ser medida. O que se decide a cada mês é quanto vale a pena colocar, com o dado do mês anterior na mesa; a Nobox não assina projeção de faturamento para o mês 1. Nos quatro meses, o que se compra é o direito de escalar com dado, não uma promessa de faturamento. Quem promete faturamento no mês 1 está chutando, e vocês já pagaram por isso antes.

Monte o desenho do projeto

Marque as frentes e escolha o caminho comercial. Os valores de fee entram na conversa — nesta versão eles estão sinalizados como a definir de propósito.

A · O núcleo do projeto
Tráfego + base da TV · mês 1R$ [a definir] Não é opcional: é o que faz todo o resto funcionar. Reestruturação de Meta e Google, base de compradores virando público próprio e a medição arrumada. Sem isso, não há teste. A verba de mídia é à parte e fica na conta de vocês — hoje já são ~R$ 50 mil/mês no Google. Não é fee.
B · Frentes do projeto
C · Caminho comercial
Os valores de fee e o percentual não estão fechados nesta versão — entram na conversa com o Rodrigo e o André. O que já está fechado é a estrutura: fee, produção e mídia são três linhas separadas, e mídia nunca é fee.
D · Incluso em qualquer desenho · R$ 0
Governança, painel e agente de IAIncluso · R$ 0 Painel de resultado aberto, reunião semanal de 30 min, veredito escrito no fim de cada mês e um agente de IA dedicado à conta, com humano no comando.
09

Próximos passos

1

Leo lê primeiro e critica. Foi o combinado. Onde estiver errado, otimista demais ou faltando, a gente ajusta antes de qualquer outra conversa — inclusive os valores, que ainda não estão nesta versão.

2

Depois a gente senta com o Ivan, com a versão que o Leo aprovou e com os números fechados. Uma reunião, os quatro meses na mesa, e a decisão de começar pelo teste 1.

3

Semana 1 do projeto. Acessos, base carregada, medição arrumada e o critério do primeiro teste escrito. O relógio começa a correr aí — não daqui a seis meses.

O leilão já vende há 20 anos. Falta ele existir onde a cliente nova está.

Quatro meses, quatro testes, um veredito por mês. Se o primeiro teste não passar no critério, vocês descobrem em 30 dias — e não em seis meses.

Falar com o Rodrigo
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